A turma e o Byte caminham juntos por uma antiga estação de trem, sob a luz dourada.
Aventura familiar · live-action · ~100 min · 10 anos

A história do Fantástico Laboratório

Às vezes, o que não resolve nada... resolve tudo.

Um garoto que acha que precisa dar conta de tudo sozinho dá vida, por acidente, a um robô feito de sucata e amor. Fugindo de quem quer roubá-lo, descobre que a invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho.

Cruzeiro · Vale do Paraíba 1999 Prólogo em 1932 Em 2028 nos cinemas
Panorama rápido

Para mostrar em trinta segundos

Longa-metragem de ficção · live-action
Gênero
Aventura familiar (infantojuvenil de época)
Duração
aproximadamente 100 minutos
Público
núcleo de 8 a 14 anos e a família junto
Onde se passa
Cruzeiro e o Vale do Paraíba, 1999 (prólogo em 1932)
Direção
Raphael Martinez
Roteiro
Mariana Elisabetsky
Produção
Motiom Produções Visuais (MPV Filmes)
Estreia
cinemas no Dia das Crianças de 2028
Logline

A invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho.

Sinopse

São Paulo, 1999. A bolha do Real estoura e leva tudo o que a família Dias tinha. Sem saída, eles se mudam para a única coisa que sobrou: o casarão fechado do avô Severino, um inventor que morreu trancado na edícula do quintal, em Cruzeiro, na serra entre São Paulo e Minas. Percival, quinze anos, mais à vontade com máquinas do que com gente, arromba a porta proibida e encontra o laboratório onde o avô se enterrou em vida. Lá dentro há lousas cobertas de contas, uma pedra verde que troca de cor e um livro de couro com séculos de idade, guardado em segredo por uma irmandade de inventores.

Decidido a salvar a família com as próprias mãos, Percival constrói a máquina sozinho. Ela explode. Da fumaça colorida, para espanto de todos, levanta-se Byte: baixo, sem braços, feito de lata e parafuso, com luzes no peito que mudam conforme o que ele sente. Não era para dar certo. Deu. E ninguém sabe explicar.

Só que Percival não é o único atrás do livro. E a peça que faltava nunca esteve no papel.

O argumento · a história completa

Uma caçada, uma amizade, um segredo

Uma aventura sobre a invenção mais poderosa do mundo, e sobre a descoberta de que ela não funciona nas mãos de um só.

Severino, menino soldado de 1932, corre pelo túnel apertando o livro de couro contra o peito.

Julho de 1932 · o túnel virou trincheira

No escuro, um menino soldado corre com o Livro no peito.

É Severino. Foi a última coisa que lhe pediram, e ele vai cumprir. Atravessa e some da história por sessenta e sete anos.

A família Dias faz a última refeição num apartamento vazio, sem móveis.

São Paulo · a bolha do Real estourou

A última refeição numa casa já sem móveis.

O Real desabou e levou tudo o que a família Dias tinha. A última carta na manga é a casa do velho Severino, no interior.

Uma senhora idosa, Frida, à janela de um escritório alto, olhando uma fotografia.

Num escritório alto de outra cidade

Há quarenta anos, ela persegue um livro.

Frida passa o dedo sobre uma fotografia. Acaba de receber a ligação que esperou a vida toda: acharam o rastro.

Maria observa por cima de um muro de tijolos a mudança chegar a Cruzeiro.

Na cidade de montanha

Do alto do muro, Maria vê um caminhão de mudança subir a serra.

Ela faz o café e manda o irmão pequeno para a escola, porque sempre foi ela quem fez isso. Não dá importância.

A família diante da casa colonial antiga do avô, em Cruzeiro.

O casarão fechado do avô

A casa do velho maluco da cidade.

A família para diante do casarão do avô Severino, que morreu trancado na edícula do quintal. Tem o cheiro de anos fechada.

O laboratório do avô: lousas cobertas de fórmulas, computadores antigos, ferramentas e um facho de luz do teto.

Atrás de uma porta proibida

O laboratório onde o avô se enterrou em vida.

Lousas até o teto cobertas de contas, bancadas, engenhocas pela metade. Ninguém nunca entrou ali.

Vista de um quintal ao outro por cima de um muro de pedra, as duas casas se enxergando.

Dois quintais que se enxergam

Percival e Maria se enxergam por cima do muro.

Toda tarde, Percival avança um passo mais fundo pelo quintal abandonado. Do outro lado, Maria e Lucas seguem o mesmo compasso.

Na escola, Maria defende o novato Percival, juntando os livros derrubados no chão.

O esquisito da capital

Viram seus livros no chão, e quem se mete é Maria.

Ela não suporta gente grande judiando de gente menor. Devolve o livro na mão dele e vai embora. Alguma coisa começa ali.

Alice, pequena, debruçada sobre livros antigos e um dicionário de grego.

Alice coleciona palavras

Ela decifra o grego sozinha, letra por letra.

Acha na biblioteca do avô um velho dicionário e encara aquelas letras que parecem desenho como a coleção definitiva.

Percival empurra a cortina de trepadeira que cobre a entrada do laboratório.

A cortina que virou parede

Percival força a passagem e atravessa.

Uma cortina de trepadeira tão velha que virou parede. Atrás dela, uma porta de cadeado enferrujado.

Percival paralisado dentro do laboratório secreto, cercado de lousas e engenhocas.

Atrás da porta proibida

Ele para, paralisado, diante do laboratório.

O lugar onde o avô se enterrou em vida e nunca deixou ninguém entrar. Percival volta toda tarde para decifrá-lo.

Percival alcança o antigo livro de couro revelado num vão atrás da lousa.

A lousa gira

Atrás dela, embrulhado num pano, um livro de couro.

Percival fecha uma equação que ninguém teve paciência de resolver. Duas letras gravadas, SD; ao lado, uma pedra verde que muda de cor.

Percival lê o Grande Livro das Invenções aberto, cheio de diagramas.

Dezenas de mãos, séculos de gênios

"esta não separa. esta junta."

No meio dos esboços, uma máquina diferente, e a anotação do avô. Falta uma peça, escrita numa palavra grega: πάθος.

Percival debruçado sobre o velho livro, à luz baixa, estudando as páginas.

a palavra é a chave

"aprendam a lê-la. eu aprendi tarde demais."

O recado do avô na contracapa, na letra trêmula dos últimos anos, para quem viesse depois.

Percival guarda o Grande Livro dentro da mochila.

A partir dali

O Livro anda com ele, guardado na mochila.

As anotações do avô viram um mapa do tesouro por uma cidade que, sob a pasmaceira, é um campo minado de história.

Uma explosão de raios e fumaça colorida no laboratório.

Para salvar a família sozinho

A máquina não resolve nada. A máquina explode.

Percival termina a engenhoca do avô com a tralha que junta pela cidade, e no meio dela o disco rígido do próprio Severino. Liga. E explode.

Percival tossindo em meio à fumaça colorida da explosão.

No meio da fumaça colorida

Meses de trabalho em pedaços.

Percival tosse na fumaça, à beira das lágrimas. Explodiu, como tudo que ele faz sozinho.

Alice espia através da fumaça colorida, iluminada.

O primeiro pensamento é um nome

"Alice!"

Um instante antes, ele viu um vulto atrás da estante. Mas Alice sai inteira, tossindo, do esconderijo onde espiava o irmão.

Maria e Percival diante do robô Byte recém-nascido, no laboratório.

De um canto escuro, um chiado

Duas luzinhas se acendem no breu, e algo se move para a luz.

Feito do que sobrou da explosão, com o disco rígido do avô batendo no peito, levanta-se o Byte. Azul, um azul de susto.

A pedra alexandrita brilha, mudando do verde para o vermelho.

Ninguém liga para a pedra verde

A alexandrita arde do verde ao vermelho de brasa.

Toda vez que Byte chega perto. É a única anomalia que o cálculo de Percival nunca vai fechar.

Os capangas Pardal e Dr. Arnaldo interrogam moradores na rua da cidade.

De roupa cara, perguntas em toda parte

Pardal e o Dr. Arnaldo espremem a cidade.

Pardal só enxerga o cifrão; Arnaldo, num tempo que finge ter esquecido, foi cientista de verdade.

Alice e Percival diante de um retrato de 1932 num museu.

No museu, um retrato

Alice aponta: o avô Severino adolescente.

Um padeiro virado soldado conta da guerra que ardeu naquelas montanhas, brasileiro contra brasileiro, e do túnel que virou o pior lugar do mundo.

Uma senhora idosa abaixa o vidro do carro e oferece ajuda às crianças.

Encurraladas, pedem socorro

Uma velhinha de sorriso manso as esconde.

E afaga a cabeça de Lucas antes de partir. Que sorte, pensaram. Nunca lhes ocorreu perguntar o nome dela.

Maria e Percival correm por uma zona industrial fugindo dos capangas.

Sem tempo para mais sorte

Correm para o pátio de manobras, onde os trens sobem a serra.

Maria calcula o ritmo do trem com o corpo: dezesseis anos de apito que viraram uma régua dentro dela.

Percival e Maria entram na boca escura do túnel da Mantiqueira.

O trem chega ao alto

Os trilhos mergulham na boca escura do túnel.

O mesmo por onde Severino atravessou uma guerra sessenta e sete anos antes. Nas paredes, ainda hoje, as marcas de bala.

Lucas aponta para uma fenda estreita na parede do túnel.

O mais medroso da turma

É Lucas quem enxerga, rente ao chão, a fenda que o livro marcava.

A coragem do menino abre o caminho de todos. Passam um a um, agachados.

A câmara da Ordem: o Livro num pedestal de pedra, um facho de luar, e o chão coberto de ouro e gemas.

Do outro lado, o coração da Ordem

O Grande Livro sobre o pedestal, sob o luar.

Uma câmara escavada na pedra viva, com um pedestal no centro e uma fenda aberta para o céu. Ao redor, ouro e pedras aos montes.

Maria e Percival dentro da caverna do tesouro, cercados de ouro e pedras.

Ouro que separa o guardião do ladrão

Quem chega por ganância nunca vê o pedestal.

As crianças mal olham o tesouro. Só a pequena Alice enfia duas ou três gemas no bolso, pelo brilho. Ninguém percebe.

Percival lê as páginas do livro que brilham à luz da lua.

A alexandrita encaixa, a lua chega ao ponto

As páginas vazias acendem, e Percival lê sem entender.

Uma frase curta, simples, que se recusa a fazer sentido na cabeça de um menino que sempre fez tudo sozinho. E o tempo acaba.

O Byte recebe a descarga elétrica, brilhando inteiro, protegendo as crianças.

Um cabo de alta tensão despenca

Byte não recua, Byte avança: "BYTE PROTEGE FAMÍLIA!"

Põe o próprio corpo entre o cabo e a família e recebe a descarga inteira. Escolhe gastar-se quando podia durar. E se apaga.

Mãos que se conectam num círculo, e uma luz nasce entre elas.

"Eu não consigo sozinho"

"Eu preciso de vocês."

Percival estende a mão. Maria é a primeira a segurá-la. O Pathos atravessa o círculo de mão em mão, e a corrente devolve ao Byte o que ele descarregou.

Frida arranca o antigo livro do pedestal, revelada como a vilã.

Pela mesma fenda, sem pressa

O sorriso manso já não está no rosto. Era Frida o tempo inteiro.

Ela arranca o livro do pedestal e foge com a casca, deixando a fruta. "Quarenta anos", ela diz. "E agora é meu."

A família reunida na edícula de porta aberta, discutindo um desenho.

A casa amaldiçoada

virou a mais cheia da rua.

Onde antes só havia poeira e um homem só, agora há quatro crianças discutindo um desenho, uma irmã lendo grego em voz alta e um robô de lata cuspindo pipoca.

A mãe separa a roupa e gemas preciosas caem do bolso do casaco de Alice.

O que ninguém quis

é justamente o que voltou sozinho.

A mãe separa a roupa quando três gemas de verdade caem do casaco de Alice, guardadas só porque eram bonitas. A pedra muda de cor na mão dela.

Os personagens

Quem é quem

Para explicar rápido quem carrega a história, e o arco de cada um.

Percival, o inventor tímido, de mochila e óculos.

Percival 15 anos

Protagonista. Inventor tímido, mais à vontade com máquina do que com gente. Aprende que a peça que faltava não estava no papel: é parar de tentar sozinho e deixar os outros entrarem.

Byte, o robô de duas antenas e olhos redondos acesos, sobre duas rodinhas.

Byte recém-nascido

O robô nascido da máquina que explodiu. Sem braços, o disco rígido do avô no lugar do coração, luzes no peito que mudam de cor. Do azul de susto ao sacrifício por amor: "Byte protege família". Renasce no círculo de mãos.

Maria, a garota destemida, de expressão decidida.

Maria 16 anos

Vizinha. Cuida do irmão desde cedo; aprendeu a não confiar em adulto. Aprende a confiar: é a primeira a segurar a mão de Percival, e a se deixar alcançar por um pai.

Alice, a caçula, de sorriso travesso.

Alice 8 anos

Irmã de Percival. Coleciona palavras difíceis; decifra sozinha um dicionário de grego. É ela quem descobre a peça que faltava, o pathos, e quem, sem saber, leva o tesouro para casa.

Lucas, o menor da turma, de olhar curioso.

Lucas 7 anos

Irmão de Maria. Medroso, o menor da turma. É o único que enxerga a fenda no túnel: a coragem do menino abre o caminho de todos.

Severino, o avô inventor, in memoriam.

Severino o avô

In memoriam. Inventor que se trancou na edícula, guardião acidental do Livro desde 1932. Armou em testamento o caminho para a família voltar e mãos certas terminarem o que ele não conseguiu.

Frida, a vilã, de porte imponente e olhar calculista.

Frida 70 anos

A vilã. Foi historiadora que acreditava no saber de todos; virou caçadora do Livro há quarenta anos. Disfarça-se de velhinha gentil. Quer trancar o conhecimento do mundo. Leva o Livro, mas leva a casca e deixa a fruta.

Dr. Arnaldo, o capanga culto, de olhar melancólico.

Dr. Arnaldo o cientista

Capanga culto, ex-cientista, que parece saber tudo e não sentir nada. Redenção silenciosa: diante da luz, larga as pedras e, pela primeira vez, diz não a Frida.

Pardal, o capanga ganancioso.

Pardal o capanga

Capanga ganancioso. Só enxerga o cifrão. Sem redenção: a própria cobiça o prende, sozinho, à beira dos trilhos.

Arte conceitual

O mundo do filme, em imagens

A direção de arte da aventura, do canavial ao túnel. Clique para ampliar.

O Grande Livro das Invenções, de capa de couro.
O Grande Livro.
Um alçapão secreto se abre no laboratório.
O esconderijo do livro.
O Byte desmontado em peças na bancada, entre engrenagens e LEDs.
A bancada do inventor.
Um vulto espreita as crianças por cima de um muro.
À espreita.
Maria sentada num muro, sob um letreiro de neon.
Maria, do alto do muro.
A turma reunida no balcão de um armazém antigo.
O armazém.
As crianças se debruçam sobre uma fonte de pedra à noite, com um brilho azul dentro da água.
A fonte colonial.
Ao pôr do sol, a turma e o Byte caminham pelos trilhos ao lado de um canavial.
A estação do canavial.
A turma e o Byte atravessam correndo uma ponte de ferro, soltando faíscas.
A ponte de ferro.
A turma e o Byte fogem por trilhos de trem, correndo entre a mata.
A fuga.
Um menino guia o Byte por uma galeria iluminada dentro do túnel.
O túnel da Mantiqueira.
As crianças na boca de uma caverna na mata, com uma lanterna e o luar.
O coração da serra.
No ferro-velho, a turma se esconde com o Byte enquanto homens de terno varrem o pátio com lanternas.
O ferro-velho.
O Grande Livro das Invenções guardado numa mochila, brilhando.
O livro na mochila.
Uma esquina da cidadezinha do interior, nos anos 90.
A cidade de Cruzeiro.
Outra vista da cidadezinha do interior paulista.
Entre montanhas.
A bíblia visual

Personagens, cenários e props

Os estudos de personagem e as referências de cenário que desenham o mundo do filme. Clique para ampliar.

Personagens

Estudo de Severino jovem, soldado de 1932, segurando o livro de couro.
Severino em 1932 · o guardião menino
Estudo de personagem de Severino, o avô inventor.
Severino · o avô inventor
Estudo de personagem de Percival: rosto e turnaround.
Percival, 15
Estudo de personagem de Maria.
Maria, 16
Estudo de personagem de Alice.
Alice, 8
Estudo de personagem de Lucas.
Lucas, 7
Estudo do robô Byte, feito de sucata.
Byte · o robô de sucata
Estudo de personagem de Frida, a vilã.
Frida · a vilã
Segundo estudo de personagem de Frida.
Frida · outro estudo
Estudo de personagem do Dr. Arnaldo.
Dr. Arnaldo · o cientista
Estudo de personagem de Pardal, o capanga.
Pardal · o capanga

Cenários e props

Referência da casa dos Dias em Cruzeiro, casa antiga com trepadeira.
A casa dos Dias · Cruzeiro
Referência do quintal da casa dos Dias.
O quintal abandonado
Outro ângulo do quintal da casa dos Dias.
O quintal · outro ângulo
Referência do Túnel da Mantiqueira em 1932, com marcas de bala nas paredes.
O Túnel da Mantiqueira · 1932
Detalhe do compartimento secreto: a lousa que gira, o nicho e o livro com a pedra verde.
O compartimento secreto
O Grande Livro das Invenções: capa de couro com SD e OGLI, e páginas internas com diagramas.
O Grande Livro · SD / OGLI
Ficha técnica

A obra, a equipe e o elenco

Equipe (funções confirmadas)
FunçãoNome
Direção · história e criaçãoRaphael Martinez
RoteiroMariana Elisabetsky
Produção (proponente)Motiom Produções Visuais (MPV Filmes)
Produção executivaFelipe Aleixo
Preparação e direção de elencoRicardo Cônti
Manipulação, interpretação e voz do ByteAndré Milano
Trilha original e direção musicalMaestro Adriano Machado
Consultoria educacionalSabiá Educacional
Consultoria e pesquisa históricaMuseu Major Novaes (Cruzeiro)
Elenco (confirmado)
PapelAtorSituação
FridaFafy SiqueiraConfirmada
Dr. ArnaldoBlota Jr.Confirmado
Percival, Maria, Alice e Lucasjovens talentosEm seleção
O robô Byte, em produção

Byte é personagem tátil, que contracena de verdade com o elenco. Construído na cultura maker (Arduino, impressão 3D, sucata, servomotores) e complementado por efeitos visuais. Não é animação.

Financiamento e apoios

Um orçamento coberto por cinco fontes incentivadas

R$ 0,0 mi

o orçamento total do longa (R$ 8.294.629), integralmente coberto por fontes incentivadas, uma rubrica por fonte

As cinco fontes
FonteValor
ProAC EditalR$ 4.000.000
FSAR$ 2.000.000
Lei do Audiovisual, art. 1ºR$ 978.564,50
ProAC ICMSR$ 978.564,50
Recursos própriosR$ 337.500

O lançamento comercial (P&A) é etapa e recurso distintos. E o ecossistema de produtos derivados tem fonte própria, que não consome a verba pública do filme.

Estreia, circulação e a assinatura do projeto

Estreia nos cinemas prevista para o Dia das Crianças de 2028. A circulação de 2028 mira mostras de cinema para a família e a juventude, com atenção a Giffoni (julho) e Gramado (agosto), seguida de janelas de TV e streaming e uma frente educacional no interior e na rede pública.

A tese da obra, de que o saber não tem dono e só acende em círculo de mãos dadas, ecoa a trajetória de quem dirige. Raphael Martinez nasceu no Capão Redondo e fundou o Instituto Paulista de Cinema. É a mesma convicção que dá título à palestra "Talent Has No Zip Code" (talento não tem CEP), selecionada para o SXSW 2026.

A edícula que se abre na última cena é a mesma aposta de fora da tela: o conhecimento trancado só vira filme quando muitas mãos entram juntas.

Em 2028 nos cinemas

A invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho.

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