Na chuva, a turma e o Byte fogem pelos trilhos enquanto homens de terno os perseguem.
Romance infantojuvenil · obra concluída e revisada

Byte e o Grande Livro das Invenções

Um romance de Raphael Martinez.

A invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho. O Robô Selvagem encontra a Revolução de 1932, uma aventura de turma com o coração de Wonder.

Leitor de 11 a 14 anos ~71.000 palavras · concluído Universo com longa em produção
Capa de Byte e o Grande Livro das Invenções: a turma e o Byte correndo pelos trilhos na chuva, sob o título em letras douradas.
A capa · Byte e o Grande Livro das Invenções
O livro

Um robô de sucata aprende a amar a família que o construiu por acidente.

Mas a história dele não começa numa oficina. Começa numa guerra. Julho de 1932: um menino atravessa um túnel em chamas apertando contra o peito um livro que ninguém pode abrir. Sessenta e sete anos depois, outro menino o abre, e sem querer dá vida ao Byte.

É uma aventura sobre crianças que descobrem, juntas, uma coisa que os adultos ao redor esqueceram: ninguém salva nada sozinho.

Um menino guia o Byte por uma galeria iluminada, dentro de um túnel.

Julho de 1932

Um menino atravessa um túnel em chamas apertando um livro que ninguém pode abrir.

Sessenta e sete anos depois, outro menino o abre, e sem querer dá vida ao Byte.

Sinopse

Em 1999, com a crise batendo à porta, a família falida de Percival, quinze anos, deixa São Paulo e sobe a serra para morar no casarão do avô: um inventor recluso que a cidadezinha de Cruzeiro chamava de "o velho maluco". Atrás de uma porta lacrada havia décadas, Percival encontra o laboratório que o avô fechou em vida, e dentro dele um livro de capa de couro cheio de máquinas impossíveis.

Querendo salvar a família com as próprias mãos, ele liga, sem querer, o Byte: um robô de sucata movido pelo velho disco rígido do avô, sem braços, com uma antena que vai aprendendo a usar para abraçar.

Só que Percival não é o único atrás do segredo. Uma sociedade secreta caça há gerações o Grande Livro das Invenções, e ter o Byte põe a família inteira na mira.

E descobrir, no caminho, que a invenção mais poderosa do mundo é a única que ninguém constrói sozinho.

A turma e o Byte diante de uma antiga estação de trem, sob a luz dourada do fim de tarde.

O casarão do avô, na serra

Atrás de uma porta lacrada havia décadas, um laboratório e um livro impossível.

Um inventor recluso que a cidadezinha de Cruzeiro chamava de "o velho maluco".

O personagem

O Byte

Feito de lata e sucata, do tamanho de uma criança, roda em duas rodas tortas. Não tem braços: no lugar deles, dois cabos soltos que balançam e não pegam em nada. Tem luzes no peito que mudam de cor conforme o que sente, e, no lugar do coração, o velho disco rígido do avô inventor. Não diz uma palavra: fala por luz, por som e por movimento, e mesmo assim você entende tudo.

E tem a antena. Aquela antena fina que nunca segurou coisa nenhuma na vida, o livro inteiro. Até a última página, quando ela se estica e faz a única coisa que os braços que ele nunca teve jamais puderam fazer: abraça.

Um personagem desenhado para sair da página. Para a capa, a pelúcia, a papelaria e a tela.

Na bancada do inventor, o Byte desmontado em peças, entre engrenagens, LEDs e um computador antigo.
Byte · o robô do velho disco rígido
Mãos se apertam e uma luz dourada nasce entre elas.

A última página

A antena que nunca segurou nada, um dia, abraça.

Ele fala por luz, por som e por movimento, e mesmo assim você entende tudo.

Um livro e um longa, o mesmo universo

Byte e o Grande Livro das Invenções nasce no universo do longa-metragem O Fantástico Laboratório do Jovem Percival, em produção. O livro leva o nome do robô; o filme, o do menino. A mesma história, dois pontos de entrada que se reforçam.

  • Contemplado pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
  • Autorizado pela ANCINE (Despacho 47-E/2025).
  • Vencedor do edital de cultura de Cruzeiro/SP.
  • Selecionado para o SXSW.

O filme multiplica a atenção sobre o livro, e o livro chega antes, plantando o público. Ainda assim, se sustenta inteiramente sozinho.

Fumaça colorida sobe como dedos de arco-íris no laboratório.

Um universo, não um título

O livro leva o nome do robô. O filme, o do menino.

Dois pontos de entrada para a mesma história, que se reforçam.

O chão da história: 1932 e Cruzeiro

A aventura pisa em chão firme. A Revolução Constitucionalista de 1932, São Paulo contra o governo federal, brasileiro contra brasileiro, atravessa o livro pelo Vale do Paraíba e pelo Túnel da Mantiqueira, que ainda guarda marcas de bala nas paredes.

A cidade de Cruzeiro/SP, onde a trama se ancora, é hoje, oficialmente, a Capital Nacional da Revolução Constitucionalista de 1932 (Lei federal nº 14.841/2024).

Um pano de fundo que a ficção juvenil brasileira quase nunca toca, e que abre, na escola, uma ponte natural entre a aula de história e a de literatura.

A turma e o Byte fogem por trilhos de trem, correndo entre a mata.

Uma guerra brasileira que o país quase esqueceu

O Túnel da Mantiqueira ainda guarda marcas de bala.

Cruzeiro/SP é, oficialmente, a Capital Nacional da Revolução Constitucionalista de 1932.

Uma turma com a cara do Brasil

Maria e Lucas, irmãos negros, não estão na história para enfeitar nem para ilustrar dor. Estão no centro da virada que a fecha: é Lucas quem enxerga o que ninguém vê, é Maria quem segura a turma de pé.

Personagens com competência, vontade própria e lugar na trama. Dignidade e beleza, não estereótipo.

Ao entardecer, quatro crianças pedalam lado a lado por uma estrada de terra que corta o canavial.

Ninguém salva nada sozinho

É Lucas quem enxerga o que ninguém vê. É Maria quem segura a turma de pé.

Competência, vontade própria e lugar na trama. Dignidade e beleza, não estereótipo.

Raphael Martinez, autor do romance.
Raphael Martinez · autor e diretor
O autor

Talento não tem CEP.

Raphael Martinez é cineasta e educador, nascido no Capão Redondo. Dirige conteúdo audiovisual há mais de quinze anos, com mais de dois mil trabalhos, entre eles transmissões da Sala São Paulo e produções no MASP, e, de 2021 a 2023, foi diretor técnico da Vila Sésamo no Brasil. Fundou o Instituto Paulista de Cinema, escola de formação mantida com a Prefeitura de Osasco.

Em 2026 foi selecionado para o SXSW com a palestra Talent Has No Zip Code. É a tese da palestra, a história dele e o que move Byte e o Grande Livro das Invenções, seu primeiro romance. É também autor e diretor do longa do mesmo universo, e titular de toda a obra.

A turma e o Byte caminham por uma rua enevoada de uma cidadezinha do interior, sob um poste.

Do Capão Redondo à Vila Sésamo e ao SXSW

Faz filme e dá aula pela mesma razão: abrir a porta que um dia abriram para ele.

A tese da palestra e a do livro são a mesma: talento não tem CEP.

Para editoras e agentes

A obra está concluída, revisada e disponível para leitura

0 mil

palavras, obra concluída e revisada, para o leitor de 11 a 14 anos, pensada para ler em família

O livro impresso sobre uma mesa de madeira, ao lado de uma bússola e uma chave antiga.
O livro · pronto para catálogo
Ficha rápida
Título
Byte e o Grande Livro das Invenções
Autor
Raphael Martinez
Gênero
Aventura infantojuvenil / juvenil
Leitor
11 a 14 anos (6º ao 9º ano) · leitura em família
Extensão
~71.000 palavras
Comparáveis
O Robô Selvagem, Wonder, a linhagem Os Karas
Diferenciais
universo com filme · Byte licenciável · 1932 inédito
Direitos
livres · titular único
Por que este livro, e por que agora

Quatro razões para começar por ele

01

Uma aventura que a escola adota

História real de 1932, ponte entre a aula de história e a de literatura, com potencial de PNLD e de leitura em turma.

02

Um herói de catálogo

O Byte foi desenhado para virar capa, pelúcia e franquia. Vende no lançamento e continua vendendo depois.

03

Um universo, não um título

O filme em produção multiplica a atenção sobre o livro, e o livro chega antes, plantando o público.

04

Um autor com história, e imprensa para ela

Do Capão Redondo à Vila Sésamo e ao SXSW: talento não tem CEP.

O Grande Livro das Invenções guardado numa mochila, brilhando.

Um herói de catálogo de fundo

Vende no lançamento e continua vendendo depois.

Desenhado para a capa, a pelúcia, a papelaria e a tela. Um ativo que rende por anos, não só no pico.

Direitos, sem letra miúda

Os direitos estão limpos e consolidados numa só pessoa. Raphael Martinez é autor do livro e titular único de toda a propriedade intelectual. Os direitos literários estão livres; os audiovisuais correm pela produtora, à parte. Documentação completa à disposição para due diligence.

O ângulo de imprensa: um cineasta do Capão Redondo, que dirigiu a Vila Sésamo e foi ao SXSW, estreia na ficção literária com uma aventura na Guerra de 1932 e um robô de sucata chamado Byte.

Para submissões editoriais e consultas de direitos

A obra está pronta para leitura.

Amostra e dossiê disponíveis agora; o manuscrito completo, mediante solicitação. Fale direto com o autor.