Chamada nacional. Inscrições abertas pelas redes, com audições presenciais em várias cidades. Quem nunca teve porta de entrada entra pela porta da frente.
A maioria escolhe o rosto numa sala fechada. Nós escolhemos na frente do Brasil.
Todo filme de família precisa de um rosto novo que o país aprenda a amar. O Laboratório de Estrelas transforma essa escolha num programa: o público acompanha, torce e se apega meses antes de a primeira cena ser rodada.
É casting e é formação de público no mesmo material. Um investimento, dois retornos.
- Formato
- Reality de descoberta de talentos · TV aberta + digital
- Episódios
- 8 a 10, semanais
- O que está em jogo
- Os papéis de Percival (15) e Maria (16)
- Audições
- Abertas em 5+ cidades, sem taxa e sem agente
- O universo
- O Byte no palco, reagindo com as luzes
- Público
- Família · classificação livre
O papel
Percival, 15
O jovem inventor tímido, o coração do filme.
O papel
Maria, 16
A que segura a turma de pé. A força da história.
Oficinas e provas de cena. Preparação e cenas do universo do filme, orientadas por profissionais. O programa ensina enquanto seleciona.
Júri técnico. A direção (Raphael Martinez), a autoria (Mariana Elisabetsky) e um preparador de elenco, com Fafy Siqueira como jurada convidada. Sem voto popular e sem eliminação humilhante.
A revelação. Ao fim, emergem os dois jovens que o filme tem interesse em contratar para Percival e Maria.
- Proteção do menor em primeiro lugar. Autorização dos responsáveis, alvará quando aplicável, jornada adequada à idade, acompanhamento e protocolo de bem-estar em set.
- Sem voto popular e sem humilhação. A escolha é técnica. Ninguém é ridicularizado para gerar audiência. A tensão vem da torcida, não do constrangimento.
- Descoberta, não julgamento. O eixo é o crescimento do candidato. Cada um sai com preparação e experiência, escolhido ou não.
- Elenco infantil fora do reality. Alice (8) e Lucas (7) são escolhidos por casting tradicional, reservado. O reality trata só dos dois papéis adolescentes.
O elo com o filme
O programa acontece na pré-produção do longa, antes das filmagens, porque é ele que faz o casting dos protagonistas. A contratação dos dois jovens revelados é feita formalmente pela produtora, por instrumento próprio e a valor de mercado, como qualquer elenco.
O que o filme ganha não é elenco de graça: é uma campanha nacional de formação de público, sustentada da onda de festivais de 2028 até a estreia nos cinemas, no Dia das Crianças de 2028.
piso de trabalho indicativo de conteúdo digital ao longo da temporada, cada uma calibrada para uma comunidade
- Quem paga: um produto de TV autônomo, custeado pela emissora ou pelo coprodutor. Não entra no orçamento do longa nem na verba pública.
- A conversa com a Band existe como possibilidade e prospecção, não como acordo fechado. O mesmo vale para qualquer parceiro de mídia.
- O que a emissora leva: um formato de descoberta com apelo familiar, uma temporada inteira, um clímax emocional e um filme de cinema esperando do outro lado.
- Fallback: se não fechar em TV aberta, a jornada migra para o digital, preservando o acesso do público e a formação de plateia.
Formato e parcerias em prospecção · a conversa com a Band é possibilidade, não acordo
Vamos conversar.
Enviamos o formato completo (estrutura de temporada, régua de episódio, protocolo de proteção do menor e plano de conteúdo digital) e desenhamos a coprodução ou a janela junto com a sua emissora.






